Número 36 . Novembro 2010
Relatório de Sustentabilidade 2009 do Grupo Mota-Engil

O Relatório de Sustentabilidade 2009 do Grupo Mota-Engil constitui uma peça fundamental da estratégia de sustentabilidade e representa, no plano comunicacional, a peça chave de divulgação, junto das partes interessadas, do desempenho económico, social e ambiental do Grupo.

O ano de 2009 representa o primeiro ano de plena execução do plano estratégico "Ambição 2013".

Assente nos eixos do crescimento, internacionalização, diversificação e valorização do capital humano, este plano visa projectar o futuro do Grupo para os próximos anos.

Apesar das dificuldades criadas por um cenário macroeconómico adverso, o Grupo Mota-Engil foi capaz de resistir à crise e de cumprir os objectivos do seu plano estratégico "Ambição 2013".

O Grupo logrou assegurar níveis de rentabilidade em linha com os anos anteriores, prosseguindo com êxito a estratégia de crescimento, diversificação e internacionalização das suas actividades, vectores essenciais à criação sustentada de valor a longo prazo.

Na área da Engenharia e Construção, o Grupo Mota-Engil manteve em 2009 a liderança no mercado nacional, posição que vem conservando ao longo dos últimos anos, ganhando ao mesmo tempo progressiva dimensão e exposição internacionais.

A área Ambiente e Serviços traduz de modo significativo o esforço de diversificação do Grupo, tendo logrado aumentar a sua actividade em 2009.

Líder em Portugal do segmento do mercado privatizado de gestão de resíduos sólidos urbanos e limpeza urbana, esta área expandiu-se já para outros mercados, iniciando a sua operação em Angola através da participada Vista Waste e verificando-se ainda a sua entrada no mercado brasileiro.

Os avanços no sector da água e a conquista da primeira concessão portuária no Peru, constituem igualmente eventos marcantes da actividade do Grupo nesta área.

O reforço de capital na Lusoponte, o arranque e manifestação de intenção de adjudicação, respectivamente, das subconcessões do Douro Interior e Pinhal Interior e a celebração de um contrato de concessão rodoviária no estado brasileiro de São Paulo, assinalam a actividade da área de Concessões de Transportes em 2009.

No ano de 2009 teve lugar uma das mais profundas recessões económicas dos últimos 60 anos.

A partir de meados do ano começaram a sentir-se os efeitos de uma progressiva recuperação económica, emergindo no entanto outros riscos relacionados com a saúde das finanças públicas dos países atingidos pela crise, de que Portugal é exemplo, a que se associa a prevalência do desemprego e de outros problemas sociais agravados pelo modesto desempenho da economia, num processo de recuperação que se adivinha débil e lento.

Neste contexto, aumenta a exposição das empresas ao risco e a necessidade da sua gestão rigorosa e atenta, num cenário de permanente adaptação e incerteza.

Ontem como hoje, os grandes desafios da sustentabilidade figuram na ordem do dia.

No plano ambiental, as alterações climáticas e em particular o aquecimento global, continuam a concitar uma resposta tímida e insuficiente por parte da comunidade internacional.

Avoluma-se, pois, o temor em torno da insuficiência das medidas necessárias para afrontar decididamente a questão climática.

A gestão de recursos decisivos como a água e a energia permanece ameaçada, persistindo linhas de tendência insustentáveis na utilização de um sem número de bens naturais escassos, assistindo-se concomitantemente à constante deterioração dos ecossistemas e à perda da biodiversidade.

No plano social e apesar dos avanços alcançados, a pobreza extrema e a fome persistem atavicamente em múltiplas geografias, situação que a crise económica e financeira mundial ajudou a acentuar.

Os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) continuam, pois, distantes, admitindo-se já como seguro o incumprimento da generalidade ou de parte desses objectivos até 2015.

O papel das empresas em prol da sustentabilidade assume, assim, contornos de extrema relevância, nas suas várias dimensões.

Em observância dos objectivos gerais da sua estratégia de sustentabilidade, o Grupo tem vindo a obter importantes ganhos em matéria de eco-eficiência na utilização de recursos fundamentais como a água ou a energia, percurso a que se manteve fiel em 2009.

A preservação do ambiente e as questões ligadas à biodiversidade, que acabam por ganhar importância acrescida em função, particularmente, da actividade da área de engenharia e construção, conheceram em 2009 forte incidência.

A aposta em soluções de construção sustentável, a vitalidade do seu sistema de inovação na busca de soluções económica e ambientalmente mais eficientes, a gestão dos resíduos de construção e demolição e a incorporação de materiais reutilizados ou reciclados na construção de infra-estruturas rodoviárias, avultam entre as mais significativas acções neste domínio.

O labor desenvolvido no domínio da educação e sensibilização ambiental junto das populações servidas pela Suma, no sector dos resíduos e limpeza urbana, constitui já uma imagem de marca desta unidade de negócio do Grupo.

No plano social interno o Grupo tem-se mostrado particularmente atento à valorização do seu capital humano, tendo o ano de 2009 ficado assinalado por avanços sistemáticos e consistentes neste domínio.

Em 2009 assistiu-se à consolidação das actividades da Mota-Engil Active School, de que se destaca o lançamento do programa WELCOME, para o acolhimento corporativo dirigido a novos quadros do Grupo, e a primeira edição do programa de acolhimento de "Trainees", START@ME, visando o reforço da cultura e a partilha de valores no seio do Grupo.

O desenvolvimento do projecto ONE - MOTA-ENGIL HR CORPORATE STANDARDS traduz ainda em 2009 a aposta do Grupo na adopção de um modelo corporativo comum de gestão integrada de recursos humanos.

Num ano particularmente sensível e problemático, a Mota-Engil prosseguiu em 2009 o seu esforço de envolvimento em projectos e causas de vária índole, acentuando-se o seu apoio a organizações do terceiro sector através da marca "Mota-Engil Solidária", no cumprimento de um dos principais objectivos do seu programa de responsabilidade social.

A criação da Fundação Manuel António da Mota no final de 2009 vem coroar exemplarmente esse esforço e confirmar de modo indeclinável o empenho do Grupo Mota-Engil em afirmar-se cada vez mais como organização solidária e socialmente responsável, atenta e comprometida com os grandes desafios do mundo contemporâneo.

  • Outras Notícias
    • Mota-Engil solidária com as crianças moçambicanas
    • Ler Mais »
    • Mota-Engil apoia Bombeiros Voluntários de Alijó
    • Ler Mais »
    • Mota-Engil com o Instituto de Apoio à Criança
    • Ler Mais »
    • Mota-Engil apoia Contrato Local de Segurança de Loures
    • Ler Mais »
    • Mota-Engil apoia Bombeiros Voluntários da Aguda
    • Ler Mais »
    • Mota-Engil patrocina Banda Musical de Amarante
    • Ler Mais »
    • Mota-Engil apoia Bombeiros Voluntários de Mangualde
    • Ler Mais »
    • Mota-Engil apoia jovens deficientes
    • Ler Mais »

© 2017 MOTA-ENGIL, SGPS