Número 36 . Novembro 2010
Programa de Gestão Avançada
Sessão de Encerramento da 2ª edição

Encerrou no passado dia 28 de Maio, cinco meses depois do seu início, o Programa de Gestão Avançada (PGA), cumprindo, mais uma vez, a missão de desenvolver e consolidar competências de gestão avançada.

A análise e avaliação dos trabalhos apresentados em resposta ao desafio lançado pelo Grupo Mota-Engil foi assegurada pelo júri, presente na sessão de encerramento, constituído pelo Prof. Jorge Farinha, Vice-Presidente da Direcção da EGP-UPBS e Coordenador Geral do Programa, Engº Ismael Gaspar, Membro do Conselho de Administração e da Comissão Executiva do Grupo Mota-Engil e Presidente do Conselho de Administração da Sub-Holding Mota-Engil Engenharia e o Engº Fernando Santo, Bastonário da Ordem dos Engenheiros (2004 a 2010).

Esta segunda edição do PGA contou com 34 Participantes, provenientes de 11 empresas do Grupo Mota-Engil, que, mais uma vez, responderam ao desafio colocado pelo Grupo.

Desafio:

Apresentar de forma rigorosamente fundamentada, propostas estratégicas e/ou operacionais aplicáveis a empresa(s) e/ou unidade(s) de negócio do Grupo Mota-Engil, com base numa análise sistemática e exaustiva de uma empresa ou grupo empresarial considerada como sendo uma referência, a nível internacional e/ou nacional, na formulação e na execução da gestão empresarial.

Equipa 1

  1. Adriana Santos (Ascendi)
  2. Alexandre Bernardo (MEEC)
  3. Duarte Braga (MEEC)
  4. Eduardo Ferreira (Ferrovias)
  5. Nelson Santos (Socarpor)

Resumo do Desafio:

"O Grupo 1, indo ao encontro da forte aposta da ME na nova realidade da Logística, tida como um conjunto de soluções integradas e de cooperação estratégica de rede, identificou através de um benchmarking aprofundado e alargado quais as melhores práticas existentes. O grupo apresentou e mensurou ainda a aplicação dessas práticas, identificando uma oportunidade de negócio que passa pela optimização da instalação existente na Socarpor/Sograin no Porto de Aveiro e pela utilização das valências da Takargo para o transporte ferroviário de cereais para Espanha (Salamanca)."

Equipa 2

  1. Ana Paula Lima (MEEC)
  2. Jorge Spratley Ferreira (Ascendi)
  3. Mukesh Rameschandra (MEEC)
  4. Nelson Campota (MEEC)
  5. Nuno Batista (Suma)

Resumo do Desafio:

Inovação Aberta

"É o movimento de entrada e saída de conhecimento entre empresas, instituições e universidades e centros de pesquisa. É o caminho para colocar novos produtos, capturar novas ideias, partilhar conhecimentos e tecnologias com menor custo e maior flexibilidade.

Sobreviverão as empresas que melhor uso fizerem das tecnologias e não necessariamente as mais avançadas."

Equipa 3

  1. António Quartel (MEEC)
  2. Heitor Ferro (MEEC)
  3. Maria de Fátima Machado (Suma)
  4. Pedro Seixas (MEEC)
  5. Victor Pereira (Manvia)

Resumo do Desafio:

"Proposta de desenvolvimento, na Mota-Engil Engenharia, da área operacional Direcção Reabilitação Estrutural e de Edifícios - agregando a sua Manutenção - definindo-a como uma Especialidade, no sentido de responder ao mercado potencial e com previsível crescimento da Reabilitação em geral (pese embora as ainda existentes restrições legislativas e a dimensão de muitos projectos), bem como de potenciar a capacidade de intervenção do Grupo em projectos muito específicos na vertente de Reabilitação Urbana."

Equipa 4

  1. Carlos Reis Santos (Tertir/Liscont)
  2. Fernando Gonçalves (MEEC)
  3. Luís Nunes da Costa (MEAS)
  4. Miguel Boavida (MEEC)
  5. Nuno Almeida (Ascendi)

Resumo do Desafio:

"ME.IC - Mota Engil Integrated Construction - Da investigação realizada resultou a identificação e estudo de implementação no grupo ME de uma best-practice no sector da construção, cujo conceito consiste em que o Empreiteiro possa participar e influenciar na fase de projecto (pré-construção), aportando os seus conhecimentos de forma a optimizar o custo global de construção e de manutenção, numa lógica de all-life cost,  representando uma mudança do paradigma actual, permitindo criar relações sólidas de confiança com os clientes e demais intervenientes no processo, conseguindo a celebração de contratos de construção desta forma e não pela tradicional competição concursal."

Equipa 5

  1. Alberto Vilaça (MESP)
  2. Anabela Alves (Indaqua)
  3. Carlos Barata (MEEC)
  4. João Patrão (Suma)
  5. Nuno Cardoso (MEEC)

Resumo do Desafio:

"Abordámos o tema GRC - Governance, Risk & Compliance, focalizado na criação de valor a partir dos 3P - People Planet Profit.

Partindo de um benchmark complexo e estruturado, foram  identificados  processos e práticas implementáveis no Grupo Mota-Engil, condensadas em 3 propostas: Código de Conduta e Indicadores Área Ética e Legal, Área Jurídica/Gestão de Contencioso e Gestão de Garantias Bancárias "

Equipa 6

  1. Ana Castelão Neves (Suma)
  2. Armando Guedes (MEEC)
  3. Paulo Nunes (Indaqua)
  4. Pedro Januário (MEEC)
  5. Vasco Corte-Real (Ascendi)

Resumo do Desafio:

 "A Equipa 6 do PGA respondeu ao Desafio com uma Proposta para  implementação de uma ferramenta denominada "Índice de Comportamento Ambiental", que suportará e alavancará toda a alteração de processos relacionados com a actual recolha e processamento de indicadores ambientais, permitindo conhecer a cada momento os resultados reais do esforço que é feito em matéria ambiental por cada área de negócio. Passará assim a ser possível transmitir a accionistas, clientes e público em geral a evolução do Desempenho Ambiental da MOTA-ENGIL de uma forma simples, fiável, concisa e transparente."

Equipa 7

  1. André Sequeira (MESP)
  2. Joana Frada (Indaqua)
  3. Mariano Tonello (Ferrovias)
  4. Rui Campos (MEEC)

Resumo do Desafio:

"Do benchmarking efectuado a matérias relacionadas com o Ciclo de Gestão e a Aprendizagem Organizacional, centrámos o nosso desafio no estudo das Missões Militares Portuguesas em Teatros Internacionais, onde encontrámos uma realidade contextual muito próxima à das operações da Mota-Engil no estrangeiro. As boas práticas verificadas ao nível da Cultura, Pessoas e Processos, bem como na Gestão do Conhecimento, podem ser inspiradoras de mudanças na nossa Organização. A actual conjuntura sócio-económica exige das empresas ética, espírito de grupo, racionalidade, eficiência e eficácia no sucesso das suas missões, valores estes que, sem dúvida, se destacaram da realidade encontrada nas Missões Militares no Exterior."

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