Número 36 . Novembro 2010
Wojciech Kucza
“Ficar parado é andar para trás”

Wojciech Kucza, engenheiro civil de 36 anos, trabalha na Mota-Engil Central Europe, em Cracóvia, na Polónia.

Que funções desempenha na empresa e em que área?

Desempenho as funções de director e especialista do Departamento de Contratação da Mota-Engil Central Europe (MECE), em Cracóvia, sendo a minha principal tarefa desenvolver o processo relativo à contratação de subempreiteiros no domínio da construção de estradas e pontes. Ou seja, sou responsável pela contratação das subempreitadas que, com base nas decisões contratadas, se encarregarão da execução dos trabalhos. As minhas competências incluem também o acompanhamento dos trabalhos estratégicos a longo prazo, que representam uma quota significativa do valor total das empreitadas.

Como e quando se deu a sua integração no Grupo Mota-Engil?

Trabalho na Mota-Engil desde Julho de 2005. Desde o início da minha vida profissional, estive sempre ligado ao sector da construção civil, pelo que era natural que o meu passo seguinte fosse também dentro deste sector, que, na Polónia, deixa antever óptimas perspectivas para os próximos anos. Esperava-se um grande desenvolvimento a nível de infra-estruturas rodoviárias (estradas e pontes). Decidi, por isso, candidatar-me a um lugar numa empresa que me oferecesse a oportunidade de trabalhar na área desejada e ter perspectivas de uma carreira profissional a longo prazo.

O que significa para si estar integrado numa estrutura com a dimensão do Grupo Mota-Engil (vantagens e desafios)?

Quando comecei a trabalhar na MECE, na altura Mota-Engil Polska, a empresa era muito diferente do que é hoje. Nos últimos cinco anos, pode dizer-se que a empresa, que era uma das internacionais do sector da construção civil na Polónia, converteu-se numa corporação sólida que opera em toda a Europa Central. Esta transformação abriu novas oportunidades a todos os colaboradores da empresa. No meu caso concreto, o desenvolvimento da nossa corporação permitiu-me participar em todo o processo e também ter acesso às últimas tendências do mercado da construção civil. A Mota-Engil, sendo uma organização de dimensão mundial, possibilita-me usufruir do know-how que lhe é inerente, bem como aceder à informação sobre as normas vigentes em diferentes países. Resultado: os desafios crescentes exigem de mim uma melhoria e um desenvolvimento permanentes.

Fale-nos um pouco do seu trajecto profissional no Grupo...

A minha integração na Mota-Engil divide-se em dois períodos: durante mais de um ano e meio exerci funções no Departamento de Controlo de Custos e, nos últimos três anos e meio, no Departamento de Contratação. O ritmo de mudanças introduzidas a nível dos departamentos acompanha o rápido ritmo de desenvolvimento permanente da empresa. Quando trabalhava no Departamento de Controlo de Custos, mantinha um contacto directo com a execução do orçamento dos diferentes contratos, o seu planeamento, o desenvolvimento dos trabalhos e a conclusão das obras. Actualmente participo em todo o processo de Contratação. Comecei por contratar um número pequeno de subempreiteiros para cada empreitada e agora tenho a meu cargo todo o serviço de subempreitadas. A passagem pelos dois departamentos é na minha opinião muito benéfica, uma vez que as duas áreas, apesar de se sobreporem, seguem a linha da minha formação e da minha experiência profissional anterior. Esta combinação propicia desafios muito interessantes e dá-me a possibilidade de ter uma visão global de todo o processo da empreitada.

No seu percurso no Grupo, identifique um projecto ou desafio que o motive.

A MECE criou um centro de serviços para o fornecimento de serviços para todos os países na Europa Central na área da contabilidade, da informática e dos recursos humanos, e as minhas expectativas são que esse centro venha a abranger o sector das compras. Para além de uma excelente solução para a nossa empresa, este passo permitir-me-ia contratar trabalhadores noutros países e ter acesso às actividades específicas que as empresas do Grupo desenvolvem fora da Polónia. Este tipo de actividade dar-me-ia, sem dúvida, muita satisfação e permitir-me-ia explorar novas áreas fascinantes. Sei que deve ser um processo muito complexo, que exige novas soluções e a aplicação de muitas ideias, no entanto, poderia ser um grande e muito interessante desafio.

O que mais gosta de fazer quando não está a trabalhar?

Gosto de visitar locais interessantes em família e de passear nas montanhas quando o tempo o permite. Tento visitar sempre que possível locais na Polónia e na Europa que sejam interessantes do ponto de vista da arquitectura, da história e da natureza. Viajar fascina-me! Como actividades triviais de lazer opto por andar de bicicleta, nadar e fazer esqui no Inverno.


Se tivesse oportunidade de viajar no tempo para conhecer qualquer pessoa, quem escolheria (e porquê)?

Viajaria até à época de Leonardo da Vinci e, se possível, conhecê-lo. A versatilidade é a característica que mais aprecio nas pessoas, por isso, o maior homem do Renascimento aguça a minha curiosidade. Para além de criativo, Leonardo da Vinci interessava-se por um conjunto muito vasto de temas, tendo abrangido intelectualmente diversas esferas da vida. O contacto com este visionário constituiria, sem qualquer dúvida, a possibilidade de uma melhor compreensão da vida.

Indique uma característica que considere comum à Mota-Engil como Grupo e a si como pessoa, e que considere determinante para continuarmos a construir o futuro.

Sou uma pessoa receptiva à inovação e aprendizagem, tentando sempre manter-me actualizado. A diversidade é interessante e motiva-me. Sendo o Grupo Mota-Engil uma entidade que engloba vários âmbitos, sinto que aqui vou estar sempre a aprender coisas novas. Considero a melhoria contínua uma das principais ferramentas par o sucesso de qualquer entidade. Ficar parado é andar para trás. Se aceitamos novos desafios, mesmo os que nos pareçam impossíveis, conseguimos não só alcançar um melhor nível de vida, como também fazer da vida algo interessante.

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