
O consórcio Mota-Engil/Soares da Costa já assinou o contrato para a execução da vertente terrestre do projecto de requalificação da Baía de Luanda. Esta empreitada de 136 milhões de dólares terá um prazo de conclusão de 700 dias.
Esta obra, financeiramente estruturada pelo Banco Comercial Português e pelo Banco Privado Atlântico, redefinirá a avenida marginal, que passará a ter seis faixas de rodagem, passando a quatro nas áreas de intersecção com outras vias.
O projecto contempla ainda: uma ponte de ligação entre a marginal e a Ilha de Luanda; infra-estruturas urbanas, como a criação de 127.000 m2 de zonas verdes; um novo sistema de esgotos; um novo sistema de iluminação pública; e 12 parques de estacionamento com um total de 1600 lugares. Na Av. Marginal será criada uma via destinada ao transporte público.
O consórcio nacional ganhou a obra numa disputa com 13 outras empresas, tendo o Dr. Jorge Coelho, Presidente da Comissão Executiva, declarado que "a Mota-Engil tem muito trabalho em Angola mas este projecto é uma marca muito importante [...] e concreta do desenvolvimento do país [...] e vamos agora demonstrar, a quem nos concedeu esta responsabilidade, que estamos à altura do desafio."