Número 36 . Novembro 2010
Júlia Candeia,
a Engenharia Informática com um toque de Romantismo
Júlia Ekuva Candeia tem 25 anos de idade, fez a sua licenciatura em Engenharia Informática de Gestão na Universidade Jean Piaget de Angola e trabalha actualmente na Mota-Engil, Engenharia e Construção, SA.

Que funções desempenha na empresa e em que área?
Trabalho como administradora de sistemas na área de informática.  Faço gestão de servidores e reparação de computadores e administro o stock deste tipo de equipamento.

Como e quando se deu a sua integração no Grupo Mota-Engil?
Entrei em Maio de 2008, através de um processo de recrutamento e selecção de pessoal para apoio aos utilizadores de informática.

O que significa para si estar integrada numa estrutura com a dimensão do Grupo Mota-Engil (vantagens e desafios)?
Estar inserida no Grupo Mota-Engil, para mim, significa enriquecer os meus conhecimentos numa empresa com um grande passado e que prima pela qualidade profissional e empreendedorismo.
Angola é um mercado exigente, sendo cada vez mais necessário estarmos aptos para o maior número de desafios e exigências.  A Mota-Engil é uma grande escola. Cada dia que passa sinto mais responsabilidade no meu trabalho, mais autonomia nas minhas tarefas e uma maior preparação para os grandes projectos.

Fale-nos um pouco do seu trajecto profissional antes de integrar o Grupo...
A minha carreira profissional começa aqui, no Grupo Mota-Engil. Formei-me recentemente no curso superior de Informática de Gestão e entrei na empresa como estagiária, onde tive uma aprendizagem intensiva de seis meses no apoio aos utilizadores de informática.
Encontrei muitas adversidades, mas tive sempre o apoio e o incentivo dos meus colegas de trabalho e, principalmente, do meu coordenador, o Eng. António Roque, que tem sido incansável, fazendo com que eu consiga sempre ultrapassar as adversidades. Neste momento trabalho no sector de informática e faço parte dos quadros.

No seu percurso no Grupo, identifique um projecto, desafio ou contexto em que tenha gostado particularmente de estar envolvida.
Gosto muito do meu trabalho porque é um trabalho dinâmico e bastante estimulante, que apresenta novos desafios todos os dias. Lidar com os utilizadores pode, por vezes, não ser uma tarefa fácil.  É necessário mostrar disponibilidade mesmo quando o tempo escasseia para resolver outras situações. Todos os dias surgem inúmeros problemas que exigem uma grande capacidade de raciocínio para interpretação e resolução.  Sou constantemente exposta a estímulos que põem à prova a minha capacidade profissional, facto que inevitavelmente me motiva a continuar a desenvolver o meu trabalho.

O que mais gosta de fazer quando não está a trabalhar?
Conviver com a família e amigos e ler livros técnicos para ganhar conhecimentos na minha área profissional.

Indique um livro e um filme que a tenham marcado e partilhe connosco as razões para as suas escolhas...
Livro: Jaime Bunda, o agente secreto, de Artur Pestana (pseudónimo Pepetela).  Este livro retrata a actividade de um agente secreto na descoberta da realidade dos angolanos.

Filme: Amar em Nova York, um romance com Richard Gere e Winona Ryder
Se tivesse oportunidade de viajar no tempo para conhecer qualquer pessoa, quem escolheria (e porquê)?

Se tivesse oportunidade de viajar no tempo gostaria de conhecer o filósofo 
Sócrates para aprofundar a frase ‘’só sei que nada sei’’.

De uma forma geral, que características mais aprecia nas pessoas?
O que mais aprecio nas pessoas é a honestidade e a humanidade.
 
Indique uma característica que considere comum à Mota-Engil como Grupo e a si como pessoa, e que considere determinante para continuarmos a construir o futuro.
Identifico-me muito com o Grupo Mota-Engil no que concerne ao espírito de iniciativa, criatividade, empreenderismo e qualidade profissional.

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