Número 36 . Novembro 2010
Vibeiras continua a crescer em Lisboa

O trabalho da Vibeiras na cidade de Lisboa é significativo e tem vindo a crescer nos últimos 2 anos. O número de empreitadas adjudicadas aumentou, tanto ao nível de trabalhos de execução, como de contratos de manutenção.

Relativamente a obras de execução, pode fazer-se a distinção entre reabilitação de espaços existentes e execução de novos.

Na reabilitação de jardins e espaços exteriores, são de realçar as obras no Jardim do Palácio das Necessidades e nas envolventes à Praça Paiva Couceiro (Alto de São João) e à Praça José Fontana (Saldanha), ambas projectadas por técnicos da Câmara Municipal de Lisboa.

Jardim do Palácio das Necessidades

O actual Palácio das Necessidades era um antigo palácio real e convento do século XVIII. De destacar o edifício conventual da Ordem de S. Filipe Nery, a Torre, a Capela, a fonte monumental no largo ajardinado em frente à capela, os jardins e o parque com elementos escultóricos e decorativos. Após a proclamação da República, ficou desabitado até cerca de 1950, altura em que foi ocupado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, que se mantém lá até hoje. Os trabalhos da Vibeiras consistiram na execução de um pavimento em pó de pedra, cal e cimento, bastante apreciado por arquitectos e técnicos da Autarquia, de colectores de drenagem e calçada. Dada a antiguidade do local, houve necessidade de apoio arqueológico.

Praça Paiva Couceiro

O Jardim da Praça Paiva Couceiro está situado num bairro muito tradicional da cidade de Lisboa, com forte utilização por parte da população idosa e infantil, que abrange as freguesias da Penha de França e S. João. Os trabalhos da Vibeiras incluíram a recuperação e plantação de áreas verdes, a instalação de equipamento urbano para os visitantes mais idosos e de equipamento lúdico para crianças, a renovação e o reforço da iluminação e a aplicação de um sistema de rega automatizado. Também as vias envolventes do jardim foram repavimentadas.

Praça José Fontana

É um jardim da segunda metade do século XIX localizado em frente ao Liceu Camões, que possui um tradicional coreto ao centro. Recebeu o nome Jardim Henrique Lopes de Mendonça em homenagem ao escritor, poeta e dramaturgo que escreveu a letra do hino nacional. É um espaço muito agradável e muito frequentado. Os trabalhos da Vibeiras incidiram na recuperação e plantação de áreas verdes, na instalação de sistema de rega automático, na execução de novos pavimentos e na aplicação de equipamento urbano.

Ao nível da execução de novos espaços, são de realçar as obras para o Município de Lisboa - Jardim Mahatma Gandhi e Parque Urbano da Quinta da Granja; para a EPUL - Arranjos exteriores do Núcleo Antigo de Telheiras e do Paço do Lumiar; para o Metropolitano de Lisboa - Arranjos exteriores do Interface do Cais do Sodré das Estações de Metro de Alvalade e Roma. A manutenção destes espaços está a cargo da Vibeiras por períodos de 1 ou 2 anos.

Parque Urbano da Quinta da Granja

Este espaço, com projecto da Autarquia, junto ao Centro Comercial Colombo foi requalificado e é hoje um amplo espaço verde, com novo mobiliário urbano, uma zona de esplanada com deck em madeira e uma pista ciclável (incluída na rede de ciclovias da cidade). Em termos dos contratos de manutenção, a equipa operacional da Vibeiras ronda os 50 colaboradores permanentes.

Além das manutenções da maioria das obras executadas, neste momento, são de particular destaque os contratos de manutenção do Parque Urbano da Quinta das Conchas e em diversas zonas na 2ª Circular, para a Câmara de Lisboa. Ainda são significativas as empreitadas no Aeroporto de Lisboa - zona exterior e plantas de interior, para a Junta Freguesia de Marvila, no Hospital da Cruz Vermelha e em diversas estações ferroviárias da cidade, como por exemplo, Campolide, Areeiro e Roma.

Parque Urbano da Quinta das Conchas

Esta antiga quinta de 24 hectares é hoje um dos maiores parques verdes da cidade de Lisboa. Caracteriza-se por ser uma zona aberta com grandes relvados e área florestada com locais de elevado valor paisagístico. O projecto desta intervenção, da autoria da Câmara Municipal de Lisboa, foi premiado pelo Prémio Valmor no ano de 2005.

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