Número 36 . Novembro 2010
MOTA-ENGIL
INDÚSTRIA E INOVAÇÃO

O Grupo Mota-Engil vem prosseguindo, há largos anos, numa estratégia de diversificação de actividades e de mercados.

Dando continuidade a essa estratégia, o Grupo Mota-Engil decidiu  criar a Mota-Engil Indústria e Inovação (MEII).

Esta empresa, detida a 100% pela Mota-Engil SGPS, vem desenvolver uma nova área de negócio: o sector da indústria, expandindo-o para os mercados internacionais nos quais o Grupo já opera. Esta expansão é realizada através de parcerias com empresas portuguesas de base industrial com capacidade e vocação para se deslocarem para novos mercados. Os meios e know-how locais que o Grupo Mota-Engil já detém são postos ao serviço das empresas, bem como o capital de suporte e credibilidade financeira que este consegue aportar, através de um pacote de capitais doméstico e internacional desenhado para o efeito.

Pretende-se assim rentabilizar as competências do Grupo Mota-Engil no estrangeiro: rentabilizar a capacidade financeira, o profundo conhecimento dos mercados locais e a iniciativa empresarial para suportar parceiros industriais, na sua maioria PME's, que ambicionem crescer nesses mercados através de produtos diferenciadores e/ou inovadores.

A estratégia de diversificação da MEII leva a que o Grupo Mota-Engil esteja aberto a actividades que não integram as áreas associadas à sua cadeia de valor tradicional, podendo abranger projectos tão díspares como a metalomecânica, equipamentos industriais, componentes automóveis, químicos, vidro ou têxteis sintéticos.

Como destinos target para a actividade da MEII foram delineados três pólos de desenvolvimento internacional que aglutinam a presença do Grupo Mota-Engil no estrangeiro: o pólo de África (Angola, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Malawi) onde o Grupo já tem uma presença histórica de décadas de projectos desenvolvidos; o pólo da Europa Central (Polónia, Rep. Checa e Eslováquia) para onde se deslocalizou parte do sector industrial da Europa Ocidental nos últimos anos; e o pólo da América Latina (Brasil, Perú, México e Colômbia), região em crescente desenvolvimento e onde os efeitos da actual crise financeira se estão a fazer sentir bem menos que noutras partes do globo.

Na maioria destes países o objectivo passa por conjugar uma forma inovadora da lógica empresarial com uma actividade industrial a que os Governos locais dêem especial prioridade, sobretudo numa óptica de substituição de importações em sectores mais carenciados das suas economias.

As vantagens deste novo projecto de negócio para o Grupo Mota-Engil são inúmeras. Além de acelerar a diversificação e internacionalização do Grupo, promove-se o crescimento da sua actividade, entrando em sectores com elevado potencial de crescimento e conseguindo sinergias com as restantes áreas de negócio (construção, logística, etc) contribuindo, desta forma, para o seu crescimento. A nível institucional a imagem do Grupo sai também reforçada, dando um exemplo no apoio à internacionalização de empresas portuguesas.

Para os parceiros industriais, a MEII surge como uma entidade que possibilita a sua presença no exterior ao disponibilizar-lhes uma rede internacional de facilities e contactos nos mercados locais, reforçando a capacidade de financiamento do plano de negócios (pela credibilidade dada pelo Grupo Mota-Engil) e fortalecendo as competências de gestão dos parceiros. Em qualquer projecto cada parceiro contará com uma monitorização pela MEII do cumprimento do plano e dos objectivos de criação de valor.          

O total de investimentos em participações de capital previsto pela MEII poderá chegar, numa primeira fase, até 20 milhões de euros num universo total de projectos de investimento que andará entre os 250 e 300 milhões de euros. 

Estas participações, ainda que negociáveis, respeitam uma série de parâmetros definidos pelo Grupo entre os quais está a criação de uma SPV por projecto com uma estrutura de investimento repartida entre 25% de Capitais Próprios e 75% de Dívida Financeira. A participação da MEII poderá chegar até 30% desses Capitais Próprios, enquanto os parceiros institucionais deste projecto - AICEP e a Caixa Geral de Depósitos, através da Caixa Capital, poderão chegar até aos 19%. O parceiro industrial actuará sempre como promotor do projecto e será o sócio maioritário com um mínimo de 51% de participação.

O ciclo de vida da participação da MEII nestes projectos está limitado a uma duração de entre 4 a 6 anos, ou seja, a MEII actuará numa óptica de parceiro de Private Equity com uma cláusula de saída pré-definida desde o início. Não obstante, o potencial gerador de mais-valias do projecto poderá levar a reinvestimentos e à sua extensão por novos períodos. Haverá, obviamente, uma exposição limitada por projecto e por país.

É com esta estratégia de investimento em negócios inovadores que a MEII pretende aproveitar a oportunidade proporcionada pelo actual enquadramento macroeconómico, social e político para obter sinergias que tragam valor acrescentado ao Grupo Mota-Engil, criando mais um veículo para o crescimento do Grupo e que potenciará, também, o desenvolvimento dos quadros do grupo em novas áreas.

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