
O "Movimento ECO - Empresas Contra os Fogos" partiu da iniciativa de um conjunto de empresários com o objectivo de coordenar os processos de colaboração do mundo empresarial com os diversos organismos sob a tutela do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas e do Ministério da Administração Interna nas áreas da prevenção e combate aos incêndios florestais.
A sensibilização dos cidadãos para comportamentos de risco e o fomento de uma cultura de prevenção são elementos essenciais da política de combate aos fogos florestais que estiveram na base da campanha "Portugal sem fogos depende de todos", projectada em vários meios de comunicação social.
Com o ECO no seu terceiro ano, vale a pena assinalar o balanço amplamente positivo dos dois primeiros anos de actividade do Movimento, com a adesão de dezenas de empresas, cujo contributo se revelou da maior importância na diminuição do número de ignições e da área ardida.
Ciente do seu compromisso enquanto entidade ambiental e socialmente responsável, o Grupo Mota-Engil aderiu ao Movimento ECO através de um protocolo de cooperação estabelecido com a Autoridade Florestal Nacional, a Autoridade Nacional de Protecção Civil e a Guarda Nacional Republicana.
Nos termos da parceria estabelecida, o Grupo Mota-Engil ofereceu um conjunto de 102 kits de incêndios florestais destinados a auxiliar os elementos da Direcção do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da Guarda Nacional Republicana na execução de acções de controlo, prevenção, detecção, investigação e validação das áreas ardidas.